Por José Antônio Rosa
Quem está numa equipe não pode cometer certos deslizes. Esses
comprometem a eficiência do grupo e voltam-se com força dobrada contra
o pecador. Os sete pecados capitais do membro de uma equipe são:
Fazer corpo mole - Deixar o trabalho para os outros, pega mal, muito
mal. Não adianta ter boas desculpas, disfarçar, que todos percebem
imediatamente qualquer menor sinal de corpo mole. Desleal para com os
colegas, o corpo mole queima (ou melhor: torra) a moral do pecador.
Como a vida é dura para quem é mole, ele acabará colhendo resultados
desastrosos.
Alienação - Estar dentro do grupo e manter-se psicologicamente fora é
péssimo. Ou se sai do grupo, ou se compartilha seus objetivos e
esforços. Os colegas se sentem rejeitados pela pessoa que se mantém
altivamente "superior" às coisas do grupo. Essa pessoa causa a
impressão de que o grupo não a merece. Ou que gostaria de pertencer a
outro grupo mas não conseguiu.
Deslealdade - Ser desleal com o grupo é falar mal dele quando se está
fora, por exemplo. É usar de expedientes injustos para desmerecer os
feitos do grupo, atrapalhar seus objetivos, comprometer seus esforços.
Se o grupo está caminhando por uma trilha que o indivíduo não aprova,
ele tem de agir no sentido de influenciar os colegas, isto sim. Fingir
aceitação e agir por trás é covardia.
Postura "do contra" - Há pessoas que são "do contra" permanentemente e
cronicamente. Ser contra uma idéia, um plano, uma estratégia qualquer
é necessário e bom, quando se visa o melhor para a equipe. Ser contra
abobrinhas só para manter-se crítico é estupidez.
Formação de panelinhas - Todos temos preferências e temos direito a
elas. Porém, traduzir isso em "panelinhas" ou pequenos grupos de apoio
mútuo e exclusão de terceiros, no ambiente de trabalho, é péssimo. As
preferências devem guardar-se no plano pessoal e as relações de
trabalho devem ser objetivas, isentas e adultas.
Romance - Algumas empresas são mais flexíveis, outras são menos,
quanto ao namoro no trabalho. Independente de políticas da empresa,
porém, as relações íntimas sempre foram e serão perigosas, por
despertar simpatias especiais e privilégios, além de inveja, ciúmes.
Manter uma postura espartana usualmente é melhor para todos, mas, se o
namoro for inevitável, para a saúde do relacionamento é preferível que
ambos sejam de áreas diferentes na empresa ou que um dos dois procure
trocar de área ou emprego.
Fofoca - A fofoca e a formação de "rádio corredor" no interior de um
grupo começa logo a solapar a produtividade e a moral da equipe. Os
fofoqueiros devem ser combatidos com a comunicação clara e
transparente.
Autor: José Antônio Rosa é professor de pós-graduação em Administração
no Instituto Nacional de Pós-Graduação, jornalista, editor e consultor
da Manager Assessoria
Este é o “meu bloquinho” de anotações. Vou colocar toda a informação, que acho interessantes ou importantes. Espero que você possa colher bons frutos. Coloco informações sobre avaliação psicológica, alimentação, animais, artes, artesanato, cirurgia bariátrica, finanças pessoais, filmes, investimentos, legislações, livros, motivação, músicas, psicologia, relacionamentos, religiões, recursos humanos e muito mais. Como sou eclética dá pra fazer idéia das coisas que aparecerão por aqui? rsrs
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domingo, 1 de junho de 2008
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